terça-feira, 9 de junho de 2009

Casamento

O ser humano é uma criatura sociável que necessita do convívio com outros seres para desenvolver-se e por em prática os ensinamentos adquiridos numa permuta constante de experiências, e isso é feito em sociedade. A sociedade como a conhecemos é composta de várias outras sociedades menores que são as famílias. Uma sociedade sadia só existe com famílias sadias. E as famílias principiam no casamento.
O resultado natural do amor entre pessoas de sexos diferentes é o casamento, quando se tem por meta o relacionamento sexual e afetivo, geradores da família e do companheirismo.
No princípio da relação afetiva o amor-paixão é muito forte suplantando os demais. À medida que o tempo passa, vai perdendo a sua força embora permaneça. É quando surge então o amor-companheirismo, aquele amor que se alegra com a alegria do outro, que fica feliz com a felicidade do outro, onde nos sentimos bem em privar da sua presença, é quando fazemos o bem sem esperarmos retribuição. No futuro, restará apenas o amor-companheirismo que se chamará então Amor Universal.
O casamento representa um alto estágio de evolução do ser, quando se reveste de respeito e consideração pelo cônjuge, firmando-se na fidelidade e nos compromissos da camaradagem, independente do tempo de duração deste casamento.
Casar é tarefa para todos os dias, porquanto somente da comunhão espiritual gradativa e profunda é que surgirá a integração dos cônjuges.
E podemos dizer que isso se dará “até que a morte nos separe”....? Ou seja, essa união é para a vida toda?
Aí é da experiência de cada um...

clique na figura pra ampliar.
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Texto baseado no artigo de João Batista Armani.
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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Silogismo

Deus ajuda quem cedo madruga
Quem cedo madruga, dorme à tarde...

Quem dorme à tarde, não dorme à noite...
Quem não dorme à noite, sai na balada!!!!
Conclusão: Deus ajuda quem sai na balada!!!!

Deus é amor.
O amor é cego.
Steve Wonder é cego.
Logo, Steve Wonder é Deus.

Disseram-me que eu sou ninguém.

Ninguém é perfeito, logo, eu sou perfeito.
Mas só Deus é perfeito, portanto, eu só Deus.
Se Steve Wonder é Deus, eu sou Steve Wonder!!!

Meu Deus, eu sou cego!!!!


Imagine um pedaço de queijo suíço, daqueles bem cheios de buracos.
Quanto mais queijo, mais buracos.

Cada buraco ocupa o lugar em que haveria queijo.
Assim, quanto mais buracos, menos queijo.
Quanto mais queijo mais buracos; e quanto mais buracos, menos queijo.
Logo, quanto mais queijo, menos queijo.

Toda regra tem exceção.
Isto é uma regra.

Logo, deveria ter exceção.

Portanto, nem toda regra tem exceção.

Existem biscoitos feitos de água e sal.
O mar é feito de água e sal.
Logo, o mar é um biscoitão.


Quando bebemos, ficamos bêbados.
Quando estamos bêbados, dormimos.
Quando dormimos, não cometemos pecados.

Quando não cometemos pecados, vamos para o Céu.

Então, vamos beber para ir pro Céu.

Penso, logo existo.
Loiras burras não pensam.
Logo, loiras burras não existem.
Meu amigo diz que não é viado porque namora uma loira inteligente.
Se uma loira inteligente namorasse meu amigo ela seria burra.
Como loiras burras não existem, meu amigo não namora ninguém.
Logo, meu amigo é viado mesmo.

Hoje em dia, os trabalhadores não têm tempo pra nada.
Já os vagabundos... têm todo o tempo do mundo.
Tempo é dinheiro.

Logo os vagabundos têm mais dinheiro que os trabalhadores.
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terça-feira, 26 de maio de 2009

Lição de casa

Esta foi a carta de uma mãe para a professora, após ouvir os comentários no bairro onde morava, depois uma lição de casa que sua filhinha entregou na escola…

Prezada Professora Jones,

Eu gostaria de deixar bem claro que eu não sou, nem nunca fui, uma "dançarina erótica".
Eu trabalho numa loja de ferramentas e contei a minha filha o tanto que a última semana foi tumultuada, antes da nevasca. Nós vendemos todas as pás de neve que tínhamos. Todas, menos uma, que estava escondida no depósito e que foi alvo de disputa entre os clientes.
Portanto, o desenho que minha filha fez não me mostra dançando em torno de um mastro. Ela me mostra vendendo a última pá de neve que tínhamos na loja.
De agora em diante, eu me lembrarei de verificar a lição de casa dela mais cuidadosamente antes da entrega.

Atenciosamente,

Mrs. Smith
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Esta foi a lição de casa da garotinha entregue à sua professora:

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terça-feira, 19 de maio de 2009

Reflexão sobre a violência humana...

clique na figura pra ampliar
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Por isso a educação pela não-violência tem que vir desde a concepção!
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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Abuso

Clique para ampliar.Como é linda essa relação à dois...
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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Selo e meme do bebê

Recebi da minha amada cara-metade esse selo e um meme para dizer 10 coisas sobre o nosso filhote amado.
Só não tenho pra quem rapassar, então vai ficar por aqui mesmo. rs rs!
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- Cite 10 coisas que seu bebê aprontou nos últimos tempos que fizeram você pensar: “NOSSA, MEU BEBÊ É DEMAIS!”

1. Ele é demais pra mim porque fala “papai” compulsivamente, pensa e fala o dia todo no papai, faz festa quando eu chego em casa... ele é ‘papai futebol clube!’;

2. Quando reclamo de algo que ele ta fazendo errado, ele tenta me imitar (do jeitinho dele) demonstrando que entendeu. Mas... isso não impede dele fazer a coisa errada de novo... rs rs!

3. Ele consegue me fazer sorrir até em momentos difíceis;

4. Ele me abraça e morde no rosto (ai, isso dói), mas eu sei que isso é demonstração de carinho;

5. Ele me faz voltar a ser criança quando eu brinco com ele de esconde-esconde e pega-pega pela casa;

6. Ela adora livros e sempre me pede para ler os livrinhos coloridos dele, enquanto ele olha as figuras, sorri e fica apontando as figuras, balbuciando pra mi: - Ó!;

7. Ele sorri muito pra mim e transmite a sua alegria em estar comigo;

8. Para ele eu sou o maior cantor do mundo. Ele adora quando eu canto para ele dormir;

9. Ele é muito gozador! Igual ao pai... rs rs. Vive tirando sarro de mim e da mamãe;

10. Ele atrapalha o meu sono, mas prefiro viver sonolento a viver longe dele.
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segunda-feira, 27 de abril de 2009

Selo

Este é um selo personalizado do meu blog. Deixo à disposição para quem quiser pegar e adicionar aos elementos de página deu seu blog.

abraçO!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Vislumbres

Procuro enxergar
Não sei mais pra onde olhar

Olho o mundo
Vejo o mal
Será que o mundo é mesmo mau?
Ou será que o mal está no meu olhar...

Olho para mim mesmo
Vejo incapacidade
Será que sou mesmo incapaz?
Ou minha única incapacidade é a de enxergar que sou capaz...

Percebo a natureza
Vejo que ela é cruel e indiferente
Será real essa crueldade e indiferença?
Ou será que vejo somente o reflexo da minha própria natureza íntima...

Olho a minha vida
E o que vejo?
Vejo o mal, buscando entender o bem
Vejo a incapacidade, buscando ser capaz de achar a minha própria capacidade
Vejo crueldade e indiferença, buscando ser cruel com minha crueldade e indiferente com minha indiferença

Em um átimo de segundo enxergo
E vejo o que sou.
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terça-feira, 24 de março de 2009

Carta de um caloteiro

Segue carta de um devedor, caloteiro e ainda muito cara-de-pau, mas, engraçada, publicada na olha de SP. Esta carta é verídica e foi divulgada pelo próprio Clube de Dirigentes Lojistas. A correspondência abaixo foi enviada por um devedor a uma das várias lojas credoras, conforme ele mesmo informa na sua correspondência.

"Prezados Senhores, esta é a oitava carta jurídica de cobrança que recebo de Vossas Senhorias... Sei que não estou em dia com meus pagamentos. Acontece que eu estou devendo também em outras lojas e todas esperam que eu lhes pague. Contudo, meus rendimentos mensais só permitem que eu pague duas prestações no fim de cada mês. As outras, ficam para o mês seguinte. Estou ciente de que não sou injusto, daquele tipo que prefere pagar esta ou aquela empresa em detrimento das demais.
Ocorre o seguinte... Todo mês, quando recebo meu salário, escrevo o nome dos meus credores em pequenos pedaços de papel, que enrolo e coloco dentro de uma caixinha. Depois, olhando para o outro lado, retiro dois papéis, que são os dois 'sortudos' que irão receber o meu rico dinheirinho. Os outros, paciência.. Ficam para o mês seguinte. Firmo aos senhores, com toda certeza, que sua empresa tem constando todos os meses na minha caixinha. Se não os paguei ainda, é porque os senhores estão com pouca sorte.

Finalmente, faço-lhes uma advertência. Se os senhores continuarem com essa mania de me enviar cartas de cobrança ameaçadoras, insolentes, como a última que recebi, serei obrigado a excluir o nome de Vossa Senhoria dos meus sorteios mensais.

Sem mais, Obrigado."
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Devo e não pago. Nego enquanto puder! rs rs rs!
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sexta-feira, 20 de março de 2009

quarta-feira, 11 de março de 2009

O chão que o diabo lambeu!

É engraçado como nossa teimosia impera, mesmo em momentos dolorosos. Eu estava na Praia do Forte (Ba) com um amigo de São Paulo que se hospedara em minha casa em Salvador nas férias de verão em 2009. Então tivemos, eu e ele, que sair da praia, que ficava perto do Projeto TAMAR, para a praça a fim de tirar dinheiro no caixa eletrônico, pois a barraca da praia não tinha débito em conta. É phoda! Uma barraca de praia de um lugar turístico como esse! Mas isso é outro assunto...
Então deixamos minha digníssima esposa e minha irmã esperando na barraca e saímos. Logo na saída percebemos como a areia estava quente. Tínhamos saído ambos descalços... Isso já era motivo o suficiente para voltarmos e calçarmos os chinelos. Mas, não! Tivemos um pensamento mútuo que o caixa era ali pertinho, pois foi isso que o filho da puta rapaz da barraca falou. Então seguimos em frente dando aqueles pulinhos de sola do pé queimando, achando também que depois da faixa de areia a quentura passaria. Mas não passou...
Chegando à calçada, o chão ainda queimava tanto quanto. Poderíamos voltar então para calçar os pés. Mas pensamos mais uma vez que o corno rapaz da barraca disse que era só um minutinho pra chegar. Achamos assim que voltar pra calçar os chinelos só nos atrasaria e então fomos andando rápido, como se isso esfriasse o chão.
Quando chegamos à praça da rua central, nosso drama só tava começando. Fomos andando feito loucos dando saltinhos ridículos e buscando toda nesga de sombra que achávamos. “O caixa é logo ali...” pensávamos e estávamos errados. A cada passo, ou melhor, pulo que dávamos, víamos que isso era algo bem distante. Puta-que-pariu! O caixa ficava na entrada da vila! As pessoas a nossa volta já riam da nossa via-crúcis. A gente fingia que não ouvia e continuávamos iguais peru em cima de uma trilha de brasa, estacionando aqui e ali em pequenas sombrinhas que encontrávamos.
Chegamos ao caixa, o dinheiro foi retirado... e agora, a volta! Tudo de novo! Caralho!
Eu até que fiquei calejado na ida, tanto que na volta até que não sofri muito, pelo menos não voltei saltitando que nem um bambi. Mas, pra meu amigo paulista ficou ainda pior.
- Tente não pensar nisso, pense em outra coisa que o pé queima menos – eu disse.
- E como pensar em outra coisa com o tampo do meu pé soltando? Vai ficar pele da minha sola do pé pelo caminho... aaii! – disse ele agora verdadeiramente correndo feito louco aos saltos e parando desesperadamente em cada pedaço de sombra que aparecia, o que realmente eram muito poucos.
- Não podemos ficar parados. A mulheres estão esperando na praia, vamos nessa. Faça como eu, coloque seu pensamento em outra faixa. Pense na lógica de Aristóteles. Ele andava muito em chão quente aquela época.
- Porra, Aristóteles andava com sandálias!
Nessa hora eu já meio que havia me acostumado com chão quente e nem pulava mais, mas meu amigo paulista já parecia pipoca em panela quente correndo a São Silvestre, isso dizendo interjeições de dor e gemidos de arrependimento: - por que não calcei... ai!
Comecei a rir então junto com as pessoas na rua que nos viam. Passamos por uma senhora que fez um comentário que nem lembro, mas em seguida rachou o bico de rir. Então falei pra ele que as mulheres que ficaram na praia estavam perdendo o ponto alto da viagem, a parte mais divertida!
Finalmente chegamos na praia e ele foi direto pra água. Ufaaa!
Minha querida esposa e digníssima irmã perguntaram por que não voltamos e calçamos os chinelos...
Há, como foi bom o corno, viado, filho-da-puta rapaz da barraca que nos deu tão precisa informação!
Há, sim. Os pés do meu amigo paulista continuam com as solas, mas nunca mais serão os mesmos...
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segunda-feira, 2 de março de 2009

A imagem fala por si só...

Precisa-se urgente de psicólogos e psiquiatras rodoviários!
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

CUIDADO!!

Estou fazendo desse blog também um veículo de utilidade pública. Se alguém passa em Miguel Rodrigues-MG, tome o devido cuidado com este perigo iminente.

abraçO.
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Dono da verdade??

Alguém quer ser dono da verdade?
Então ela é toda sua!

Taí um objeto de consumo que eu não desejo ter a posse de forma alguma. Ser dono da verdade é ter muita responsabilidade, é ter um objeto grande demais para guardar no meu espaço tão pequeno. Tô fora!

Não sei por que tantos almejam ser donos dessa 'coisa'. Esse troço é muito pesado. Acho que é porque pensam que lhes trará poder! E dinheiro e poder, todo mundo quer! Todo mundo quer, não... eu dispenso (o poder). Se for pensar no peso nos ombros pra quem usa esse tal de poder...
Será que é por que ela propicia a liberdade? Talvez... mas a que preço sai essa tal liberdade?

A única verdade que eu sei é que quero saber apenas o suficiente e pronto. Melhor uma mentirinha confortável desde que não seja destrutiva, a uma verdade perturbadora e geradora de sofrimento do qual eu não tenha condições nem vontade de empreender lutas pra superar. No caso do filme 'Matrix' eu com certeza escolheria a pílula azul. Pra que viver a realidade daquela nave vagando num mundo devastado, lutando contra um inimigo maior do que eu? E aquela cidade chamada Zion onde todo mundo vive em condições precárias, que quando vi o filme, imaginei ser um lugar bem fedorento. Tudo isso em nome de saber a verdade? De ter liberdade? Pra que liberdade, se não for com qualidade? E que liberdade é essa sendo perseguido por máquinas sanguinárias que só querem me trucidar?

A verdade à quem gosta dela (e aguenta).

abraçO.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Crescer


Quando eu era menino, volta e meia alguém me perguntava: - O que você vai ser quando crescer?

E eu jocosamente respondia: - Vou ser grande!

Isso porque eu nunca liguei muito pra essa questão do que iria ser no futuro. Eu às vezes respondia algo apenas para desconversar e me deixarem em paz, dizendo que iria ser médico, engenheiro e até astronauta, tudo isso sem muita ou nenhuma convicção. Eu queria mais era curtir minha infância.

A essa pergunta, convêm comentar, somente se refere à questão profissional. Pode-se acertadamente traduzir-se assim: “- Em que você vai trabalhar quando for adulto?”; “- Como você vai ganhar dinheiro no futuro?” “- Qual será a sua profissão, seu ganha-pão, ganha-roupa, ganha-carro, ganha-tudo?”

Repare que essa indagação singela tão emitida a nós quando somos crianças se refere apenas a ‘ter’, mesmo que na frase tenha “o que você vai ser...”.
Ora, querer ‘ter’ e estimular os nossos pequenos a ‘ter’ não é problema nenhum desde que não seja um estímulo à ganância e à avareza. Mas ‘ter’ é bem diferente ‘ser’.

Então eu acho que a minha resposta infantil a essa pergunta “vou ser grande” corresponde mais ao sentido do ‘ser’, visto que ser grande pode não somente se referir ao tamanho físico, que se não formos acometidos de nanismo, seremos grandes mesmo em relação ao nosso tamanho no momento. Mas pode-se também traduzir como “ser grande” no sentido de o que quer eu venha a fazer no futuro, farei grandemente. Serei grande em todos os sentidos e em tudo o que eu fizer, seja profissionalmente ou em qualquer outra área da minha vida.

Querer crescer é um impulso natural de todo ser humano, e mesmo que fique inativo em algum momento da vida, a qualquer instante ele pode voltar à tona. Agora, como e para onde crescer, é do direcionamento pessoal de cada um.

abraçO!
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