O relógio marcava 02:11h, ou seja... Madrugada!
E meu querido filhote Diogo acorda chorando. Até aí, normal. Porém, aconteceu algo mais...
Chego ao quarto dele e o vejo chorando de joelhos na cama. Sem acender a luz, falo com ele de um jeito um tanto impaciente:
- Ô filho, ta chorando por quê??
Pego ele nos braços e deito a cabeça dele no ombro. De repente o sinto fazer um som conhecido... e depois sinto algo quente e úmido no meu ombro. Vixe Maria!
Na segunda golfada, viro a cabeça dele pro chão. Depois a mamãe vem e leva ele ao banheiro. Aí, quando acendo a luz, percebo que antes do meu ombro e do chão, a cama também não tinha se salvado.
E pra eu tirar a camisa vomitada... não teve jeito dela não passar em meu cabelo. Só poderia evitar se, em vez de eu tirar, tivesse rasgado. Mas seria exagero.
Então, enquanto a mamãe amparava o sofrido pimpolho, o jeito foi eu limpar o chão, tirar o lençol sujo da cama e depois de tirar a camisa (arg! Que cheiro maravilho estava em mim!) e tomar um belo dum banho.
Há, o moleque ficou bem depois. Coisas de criança. Pai e mãe têm que passar por isso mesmo.
Eu o amo, adoro, ele é lindo e maravilhoso... mas... ele vomita...
Ô céus, ele vomita!!
Não vou mentir que em determinada altura, depois de limpar os diversos pontos de vômito, eu quase vomito também. Mas eu resistir bravamente! Que Deus me ajude sempre nessas lutas tão pungentes!
*E meu querido filhote Diogo acorda chorando. Até aí, normal. Porém, aconteceu algo mais...
Chego ao quarto dele e o vejo chorando de joelhos na cama. Sem acender a luz, falo com ele de um jeito um tanto impaciente:
- Ô filho, ta chorando por quê??
Pego ele nos braços e deito a cabeça dele no ombro. De repente o sinto fazer um som conhecido... e depois sinto algo quente e úmido no meu ombro. Vixe Maria!
Na segunda golfada, viro a cabeça dele pro chão. Depois a mamãe vem e leva ele ao banheiro. Aí, quando acendo a luz, percebo que antes do meu ombro e do chão, a cama também não tinha se salvado.
E pra eu tirar a camisa vomitada... não teve jeito dela não passar em meu cabelo. Só poderia evitar se, em vez de eu tirar, tivesse rasgado. Mas seria exagero.
Então, enquanto a mamãe amparava o sofrido pimpolho, o jeito foi eu limpar o chão, tirar o lençol sujo da cama e depois de tirar a camisa (arg! Que cheiro maravilho estava em mim!) e tomar um belo dum banho.
Há, o moleque ficou bem depois. Coisas de criança. Pai e mãe têm que passar por isso mesmo.
Eu o amo, adoro, ele é lindo e maravilhoso... mas... ele vomita...
Ô céus, ele vomita!!
Não vou mentir que em determinada altura, depois de limpar os diversos pontos de vômito, eu quase vomito também. Mas eu resistir bravamente! Que Deus me ajude sempre nessas lutas tão pungentes!











