A foto ao lado foi tirada (sem a minha permissão) por volta das 6 da manhã. Por que será que ela mostra um pai e um filho tão apagadinhos? Afinal não deveríamos estar bem dispostos depois de uma noite sono?Bem... houve a noite, porém não de um bom sono.
Diogo sofre de crises alérgicas desde os 5 meses. Já faz um bom tempo que elas não acontecem sempre, mas de vez em quando ainda dão o ar da graça. E quando isso acontece, filhote não dorme direito e, conseqüentemente, papai e mamãe também não.
Nem posso ficar reclamando, pois essa alergia é uma herança macraba do papai aqui. Só que eu consigo contornar a dita cuja e não sofrer tanto a ponto de perder meu sagrado sono. Porém, isso é quase impossível pra um menino de 2 anos e 10 meses.
Então se seguiu a noite com ele tossindo muito, engasgando com a secreção, sufocando (vixe!) e em certo momento chegando a chorar de desespero. Então, foi uma noite difícil...
Eu gostaria de saber se não tem uma forma de parar esse ciclo alérgico infernal. Só porque o negócio é genético tem que ficar passando de pai pra filho pela eternidade? Quer dizer que meus netos, bisnetos e etc serão assim também?? A ciência já tão avançada tem que dar um jeito nisso! Precisamos de um freio genético!
De manhã a mamãe já exausta, entrega o moleque nos braços do papai que não resiste e senta no sofá, tendo como conseqüência o duplo apagão da imagem. Nesse momento nós dois conseguimos algum descanso. A mamãe exaurida pela noite mal dormida, ainda teve disposição pra pegar a câmara fotográfica e gravar esse momento.
A seguir uma foto similar tirada no dia em que chegamos da maternidade com o moleque, que contava com apenas 3 dias de nascido, em 12 de outubro de 2007 (direto do túnel do tempo...).
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