quinta-feira, 14 de abril de 2011

I Hear You Call

Essa é do fundo do baú... pelo menos do meu baú. Acho que poucas pessoas conhecem (ou lembram), mas essa melodia é sempre viva na minha cabeça, além da voz magnífica da vocalista Rachel Morrison.
Música de 1989 do grupo Bliss:

I Hear You Call
Bliss

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segunda-feira, 28 de março de 2011

Sem sinal

Na semana anterior aconteceu algo que há muito tempo não acontecia na minha vida. Sabem o que foi?
Eu precisei de um telefone público ou como se dizia antigamente, um orelhão.
Isso mesmo. Este artefato cada vez mais obsoleto, quase em desuso.

Celulares são maravilhosos, mas às vezes o sinal falha. Pelo menos o meu sinal que é da Oi, tem mania de me deixar na mão de vez em quando.
Então, semana passada, o sinal da Oi falhou justamente num momento em que eu precisava muito fazer uma ligação e não foi a primeira vez (e acho que não vai ser a última) que isso aconteceu. É a miséria da “lei de Murphy” sempre presente. Então, eu estando na rua, começo uma caça a um orelhão.
Logo no primeiro momento, vejo a dificuldade em achar um. É como se eu caçasse um mico leão dourado. Mas, chegando em um pequeno shopping, vejo quatro telefones em frente a este. NENHUM FUNCIONANDO!
Muito puto, continuo a andar e logo à frente vejo um orelhão com a marca da Oi. Quando chego lá, o telefone ta todo metralhado, acabado...
Ainda continuo com esperanças, e, na minha caminhada, ainda acho mais dois... depredados!
Vejo que é impossível vencer essa maratona. Talvez fosse o lugar em eu me encontrava (Boca do Rio)... talvez em outro bairro eu tivesse melhor sorte... talvez... talvez... sei lá, pô! Num acredito não!
Eu sei que vandalismo sempre existiu, mas há uns anos atrás não se encontravam todos os telefones públicos esculhambados assim. A conclusão que chego é que, além do já existente vandalismo realizado por um bando de desgraçados filhos duma puta, soma-se a negligência quase que total da Oi. Telefone público funcionando, somente dentro dos grandes shoppings e olha que nem todos funcionam, como eu verifiquei recentemente.
Pode-se pensar: “Telefone público pra que? Qualquer pé-rapado hoje em dia tem celular.”
Ok, ta certo... mas cuidem pra que a porra do sinal funcione sempre!
Ou quem sabe eu deva mudar de operadora. Mas será que seria tão diferente...?

O remédio naquele momento foi rezar para Nossa Senhora da Telefonia e pedir uma luz, um sinal...

- Alô?! Puta merda... sem sinal.
Off!
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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Hoje é sobre o amor


No post anterior, destilei todo o meu ódio de forma pungente e hostil. Isto provocou assombro, preocupação e mimimis em alguns dos meus poucos leitores.
Então pra compensar, venho agora fazer um post sobre o amor.

Aaah, o amor...
Hoje eu só quero amar... Amar é tão bom! Amar é uma maraviiilha!
É só o amor! É só o amor... que conhece o que é verdade. O amor é bom, não quer o mal, não sente inveja ou se envaidece.
O amor nos deixa tão felizes, tão venturosos, tão elevados.
O amor é uma coisa profunda... ele vem do coração...

Sinceramente, esse post ta uma merda.
Fui!
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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Hoje eu só quero odiar


Hoje eu só quero odiar... Apenas odiar e nada mais!
Não venha querer tirar isso de mim com nenhuma palavra doce e melosa. Não me venha com sugestões de tolerância e perdão, nem com carinhos que queiram cobrir tudo a panos quentes.
Eu tenho o direito de sentir esse ódio e quero senti-lo com todas as minhas forças, em cada fibra do meu corpo e em cada ponto da minha alma. Então, me deixe odiar!
Quero destilar todo o fel, toda amargura, todo rancor que uma alma atormentada pode produzir.
Quero desejar o mal com todas as minhas forças a todos que me fazem mal, seja de que forma for. Desejar dores, sofrimentos, misérias e morte de forma cruel e fulminante.

Sentir ódio pra mim é tão vital quanto sentir amor.
A antítese do amor é tudo o que me interessa agora. Quero odiar na mesma intensidade com que amo.
Então que ninguém tente apaziguar o meu ódio! Eu o quero! Eu o desejo! Sinto imenso prazer em tê-lo!
Hoje eu só quero odiar e nada mais.
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Ou namora ou paga

Em um insólito diálogo com minha amiga e ex-colega de trabalho Laiza, falávamos sobre relacionamentos.

- E aí, Laizita... ta ficando com alguém?
- Não, meu filho. Chega dessa história de só ficar, agora eu só quero é namorar mesmo!
- Sério? E aquele peguete que você vivia querendo que ele assumisse o namoro?
- Ele não quis assumir, então eu fiz ele sumir.
- Jogou duro, hein?! Hehehe!
- Isso aí. Chega de enrolação, de só querer ficar botando a mão. Quer ficar, então tem que assumir compromisso.
- Mas aí se você ficar sozinha por tempo indeterminado?
- Não tem problema. Estou sozinha há uns meses e estou muito bem. To mudada, Ricardinho. Agora to afim de coisas mais serias, chega de relações superficiais.
- O sujeito não insistiu mais depois?
- Este mais não, mas teve outro anterior a ele que eu encontrei numa festa e veio todo cheio de dedos pra cima de mim. Eu olhei pra ele e disse: “Ta querendo, querido? Então ou namora ou paga!”.
- Porra, você disse isso mesmo?
- Disse sim. Só quer se aproveitar sem ter compromisso, então pague.
- E se de repente o cara levasse isso à sério e quisesse pagar mesmo, como você sairia dessa?
- Sei lá... falaria um preço bem alto... diria que são uns 200 reais.
- Olhe, se isso é pra ser mesmo uma figura de retórica, é melhor você aumentar o preço, porque 200 paus tem muita gente que paga. É mais ou menos o preço comum do “mercado”.
- Como você sabe disso, safado?
- Ouvi de uns conhecidos por aí... Você sabe que eu sou um homem direito.
- Sei... rs rs rs.
- Quer dizer que você despachou mesmo todos os peguetes, né?
- Êta, quem vê você falando assim pensa que eu tenho centenas de peguetes.
- Centenas não, mas umas dezenas...
- Olhe Ricardo, vá tomar no cu!

Vixe, ficou braba. Deve ser por causa do tempo que ta sem namorar.
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domingo, 16 de janeiro de 2011

Viver...



O jeito é viver a vida.
Ainda que esta não seja do jeito que eu gostaria. Háa, como seria bom se fosse...
Se tudo funcionasse a partir da minha vontade... o que eu quisesse que fosse feito, feito estaria; o que eu NÃO quisesse que fosse feito, não se faria. E assim por diante.
Eu só conviveria com pessoas do meu agrado. Só trabalharia com o que eu gostasse. Só leria o que fosse prazeroso.
Coisas gostosas jamais fariam mal algum.
Nada de decepções, nem frustrações, nem violências de nenhum grau. Comodidade e tranqüilidade, eis as palavras de ordem.

Mas isso tudo soa como um delírio, fora do real, do racional.
Não dá pra viver do jeito que eu quero, aí vou tentando viver do jeito que dá. O que não dá é pra parar de viver.
Então, o jeito é viver a vida seja como for, da melhor maneira possível.
Viver, somente viver.
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Ano Novo...

E lá se vai 2010, lá vem chegando 2011.
Ano novo, vida nova? Nem sempre...
Além do mais, “nova” não quer dizer necessariamente boa. A gente espera que seja, com os nossos anseios satisfeitos, nossos projetos realizados e etc.
Pra mim é só mais um ano que se finda e outro que começa. Não tenho grandes idealismos com festas de fim de ano. Mas como tem muita gente que gosta e que cria 1000 esperanças com passagens de ano, eu tento participar dessa energia somente pra não sucumbir de vez à rabugice.
Eu pelo menos vou tentar me divertir nesse reveillon, pois já tenho nisso uma grande compensação. Divirtam-se também, caros leitores!

Então, Um Feliz Ano Novo, com muita saúde, amor, paz, dinheiro, sexo e essas parada legal toda aí que a galera curte!
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terça-feira, 30 de novembro de 2010

2 anos do Apontamentos


Hoje o Apontamentos está completando 2 anos.
São 730 dias de muita informação útil, altíssimo teor cultural e qualidade gráfica superior...

Até parece! Vai sonhando...

Mas, bom ou ruim, é aniversário de 2 anos desta birosca aqui. E vamos em frente!
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Teste do marshmallow

Sacanagem com os moleques!
Uma mulher deixa um marshmallow na frente das crianças e diz que se eles não comerem até ela voltar, ganhariam mais outro marshmallow. Aí ela sai da sala e deixa os moleques sozinhos com o delicioso marshmallow na frente.
Fiquei imaginando meu filho nesse teste... Será que ele passaria?
Com marshmallow eu não sei, mas se fosse um chocolate, acho que eu, enquanto criança, não agüentaria.
Vendo esse vídeo, eu senti literalmente a angústia da molecada na frente do delicioso doce, lutando para não devorá-lo. Que dura provação! rs rs!

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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Diogo Story 3


Percebo hoje que quando temos filho, não fazemos mais só um aniversário. Quando o primeiro filho faz 1 ano, também faz 1 ano que somos pai.
Então, no último dia 9 de outubro, completaram-se 3 anos que eu comecei essa empreitada da paternidade. A mamãe começou mais cedo, pois antes disso ele já vivia dentro dela de forma bem pulsante.
Quero somente expressar em poucas linhas de toda alegria desse “meu” aniversário, mesmo que criar um filho não seja somente um exercício de constante satisfação, afinal um filho é um ser humano como outro qualquer, ainda que nós, os pais, os vejam como os seres mais especiais do mundo. E um ser humano também produz seus problemas.
Mesmo assim, a alegria prevalece. O amor ensinado, ainda que de forma indireta, por este serzinho que cresce, supera muitos obstáculos e nos mostra a necessidade de sermos felizes.

Parabéns, meu filho, por mais este terceiro ano na nossa vida!
E que venham muitos, com muita saúde e júbilos sem fim!


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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Dia 6 de outubro

Acordei hoje pela manhã com o itinerário pronto, lembrando de tudo que tinha que fazer no dia. Logo pelas 9:20 (que se transformou em 11:00), tinha consulta médica com o filhote. Depois, deixá-lo na escola, voltar pra casa, almoçar e, por fim, corrigir umas provas, coisa que tomaria maior parte da tarde. Nada esquecido...
Aí minha companheira conjugal me admoesta:
- Não está esquecendo de nada?
- Que eu saiba, não...
- Hoje é dia 6 de outubro.
- Bem, uma data que eu não posso esquecer em outubro é o dia 9, aniversário do nosso amado filho. Mas isso é no próximo sábado, né?
- Moço! Hoje é nosso aniversário de namoro! Fazemos hoje 14 anos juntos, somando namoro, noivado e casamento.
- Vixe! É mesmo!
- Háa, lembrou agora?
- Mas 14 anos de namoro ainda se comemora? Quando é 1, 2... até uns 5 ou 6 anos, até acho comemorável. Mas, 14 anos...?
- Comemora sim! E hoje, mesmo sendo meio de semana, quero que almocemos juntos em um lugar legal. Quero comemorar, mesmo que meu desligado namorido nem se lembre da data.
- Há, você sabe que esse negócio de datas e comemorações não define o que eu sinto por ninguém. Não dar importância a isso não quer dizer que não dou importância à pessoa. Só lembro do aniversário do nosso filho porque ele ainda é criança. Mas, quando ele crescer... talvez nem lembre mais... ou não.
- Eu sei disso. Mas datas pra mim são importantes, então essa hoje é importante também.
- Será que você conviver comigo esse tempo todo é mesmo um motivo pra comemorar?
- Deixa de ser besta, homi!

Fazer o que, né...? Então, Feliz Aniversário de 14 anos pra nós!
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Os Flintstones, 50 anos!

Hoje o Google está homenageando o desenho animado ‘Os Flintstones’, que está fazendo 50 anos. Eu não sabia que já tinha tanto tempo de existência. Com certeza a minha infância também foi marcada pelas aventuras na cidade pré-histórica de Bedrock e com os inconfudíveis personagens Fred Flintstone, Wilma, Barney Rubble, Bete, Pedrita, Bambam, Dino e outros fortuitos.
Eu simplesmente adoro e até hoje assisto sempre que posso. Por isso, Faço essa singela homenagem aqui em meu espaço virtual.

Parabéns aos nossos queridos homens e mulheres da idade da pedra!
Yabba Dabba-Dooo!!


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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Invenção revolucionária

Que invenção revolucionária!!
Eu quero muito ter esse aparelho! Viva o Roberts Toot-Tone!
O problema é que vão ficar reclamando que meu celular toca demais. Hahahahaha!



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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O pinto do padre

O vigário de um vilarejo tinha um pinto como mascote, ao qual ele era afeiçoado.
Certo dia, o pinto desapareceu e ele achou que alguém o havia roubado.
No dia seguinte, na missa, o vigário perguntou à congregação:

- Algum de vocês aqui tem um pinto?

Todos os homens se levantaram.

- Não, não... - disse o vigário - não foi isso que eu quis dizer. O que eu quero saber é se algum de vocês viu um pinto?

Todas as mulheres se levantaram...

- Não, não... - repetiu o vigário - O que eu quero dizer é se algum de vocês viu um pinto que não lhes pertence.

Metade das mulheres se levantou.

- Não, não... - disse o vigário novamente muito atrapalhado.
- Talvez eu possa formular melhor a pergunta: O que eu quero saber é se algum de vocês viu o meu pinto?

Todas as freiras se levantaram.

- Esqueçam, esqueçam... vamos continuar a missa!
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Pimenta

Eu ouvi esta história “apimentada” da boca de um sujeito sem-vergonha chamado Bonfim, que garantiu ser uma história real. Aliás, em toda festa de família ele aparece com uma dessas e a gente se diverte pra caramba. Então, aqui vai a transcrição. Apenas vou trocar os nomes originais.

Havia um sujeito conhecido como Geraldão que era casado com uma mulher chamada Cidália. Depois de muito tempo de casamento, eles acabam se separando. A coincidência é que ele acaba arranjando uma namorada com o mesmo nome da esposa.
Um dia, Cidália(esposa) muito injuriada por te sido trocada, vai ao encontro de Cidália(namorada) e lhe aplica uma coça. E não satisfeita, ainda pega uma pimenta, mas uma pimenta daquelas brabas mesmo, que arde pra cacete, e perversamente introduz na vagina da coitada.
Como eles moravam numa cidade pequena, a notícia do acontecido se espalhou rápido, causando aquele rebuliço.
Noutro dia, Geraldão estava tomando umas num bar e o dono do estabelecimento se aproximou dele e falou:

- Ô Geraldão, então Cidália tacou pimenta na piriquita de Cidália, foi?
- Mas e num foi, rapaz...
- E aí, como é que ficou?
- Homi... se a coisa pura já é boa, imagine com pimenta!!

Vixe! Será que alguém tem coragem de experimentar? Hehehe!
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